domingo, 18 de janeiro de 2015

Londres.


Há uma semana atrás estava em Londres quando tudo acontecia em Paris. 

Era estranho, logo naquele fim-de-semana estar out, fora dos acontecimentos ou do conhecimento deles.

Em Paris, mais de três milhões de pessoas, manifestavam-se contra o terrorismo em prol da liberdade de expressão. Eu passeava por Kings Road, numa espécie de despedida dum tempo que não vai voltar.

Apesar da razão da minha ida ser profundamente triste, como é a perda de um grande amigo, esse facto não me tirou o prazer que sinto naquela cidade.

Talvez este meu amor por Londres tenha precisamente a ver com a vivência que fui tendo ao longo dos anos. Graças a este amigo, e a outras pessoas que lá tinha, conheci a maneira de viver da classe média alta londrina, lugares, restaurantes, sofisticação, exposições, cultura, numa mistura fascinante que tem a ver com os meus gostos e que consolidaram a minha preferência.

Gosto. Gosto mesmo. Mesmo muito... mas haverá quem não goste?

Era isso que pensava no sábado passado enquanto tomava o pequeno-almoço e observava a vida à minha volta, no Murriel’s Kitchen, South Kensigthon, em frente a Old Brompton Road.

Esqueci-me do adaptador de corrente e fiquei sem bateria no smartphone, o que aumentou a minha sensação de estar desligada do mundo e dos acontecimentos.

Enquanto bebia um café expresso (como o café está na moda por lá, beber bom café deixou de ser problema) e comia umas torradas, tirava notas no meu caderninho, recuperando um gosto antigo. 

E se voltássemos atrás? Se voltássemos a escrever sem a existência de qualquer device por perto? Se ficássemos horas sem espreitar as redes e as últimas notícias?

O céu estava azul e o dia pouco frio apesar do vento. 

Saí dali e subi a Exhibition Road, entre os museus de História Natural e da Ciência e o Albert & Victoria, até Hyde Park. Um caminho conhecido e reconhecido. Ainda nem eram 11h.

Comprei o The Guardian, pesada a edição de sábado, mais o adaptador, e fui até casa carregar o telefone. Comecei a ver os muitos suplementos (que só acabei de ler ontem) enquanto na televisão se repetiam as notícias em torno do Charlie Hebdo e da perseguição aos autores dos crimes.

O almoço foi uma homenagem ao Zé. Um almoço com a mulher e amigos. De partilha de memórias, recordando coisas só suas e que faziam dele um gentlemen. Acho que falámos sempre no presente. E bebemos vinho, claro. Nem podia ser doutra maneira.

Quando acabámos, escurecia mas o céu estava límpido como só deve numa tarde de sábado... e refrescava.

Fui até à Tate Modern. Vou sempre. Gosto daquele espaço. Gosto do caminho junto ao rio. Gosto de atravessar a ponte pedonal até St. Paul, ver The Shard e a Tower Bridge não muito longe.

Gosto de regressar à beira-rio, até Westminster, com o vento a gelar o corpo, e sentir que este é um passeio familiar.

No domingo de manhã fui a dois sítios que não visitava há muitos anos, ao British Museum e a Convent Garden.

Caminhar por Londres, sozinha com os meus pensamentos, sabendo que o Zé partiu mas está ali, nas muitas recordações daquela cidade, tranquilizou-me.

Foi difícil deixar a casa dele, aquele conforto feito dos seus livros, dos seus posters, do seu cinzeiro, da sua mesa, da sua cadeira...

A angústia imensa que me tinha envolvido por não ter chegado a tempo de o abraçar, de agarrar a sua mão, de falarmos ainda, a angústia por não ter uma despedida física e que me levou a ir à mesma, apaziguou-se com esta visita. 

A turbulência no mundo continuou, feroz, mas eu regressei com vontade de ficar sossegada no meu canto, aninhada nestas memórias.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

O indizível.

"O indizível. O flagrantemente presente e que se não acaba de esclarecer. O estranho que nos perturba e não sabemos donde vem"
Vergílio Ferreira, Pensar


O ano acaba hoje.
Tal como toda a gente, também fiz listas e pensei balanços.
Depois, deparei-me com as palavras de Vergílio Ferreira e achei que diziam tudo sobre o ano: “O indizível. O flagrantemente presente e que não acaba de se esclarecer. O estranho que nos perturba e não sabemos donde vem”.
O indizível caracteriza aquilo que, para mim, marcou o ano com uma imensa dor. 
A revelação do horror e da violência extrema, sem qualquer valor pela vida do outro.
Do Exército Islâmico. Dos bombardeamentos de Gaza. Do rapto e violação de jovens mulheres na Nigéria e em tantos outros lugares. Da escravização das mulheres. Do racismo. Da intolerância. Dos milhões de refugiados e deslocados. Da guerra.
O ano de 2014 afirmou o mal e a barbárie sem pudor. Sem vergonha. Perante a impotência do bem e da defesa dos direitos humanos mais básicos. Parece uma luta perdida. Com vitórias pontuais. Como Kobane.
Leio António Guterres, na entrevista ao Público, “todos perdemos”. As guerras deixaram de ter vencedores e vencidos. Assim parece.
É nesta estranheza global, perturbante e violenta, que em Portugal o ano passa ainda mais indizível que antes.
Outro tipo de estranheza, de violência, de dor. A frase de Vergílo Ferreira resume-a tão bem: “O flagrantemente presente e que não acaba de se esclarecer”.
Foram assim os nossos dias. Tantos os casos, em pioria ascendente, que vivemos em apatia colectiva, sem capacidade indignatória.
Faço um esforço por compreender esta falta de revolta organizada, para perceber o outro, para ver um caminho. Tenho dificuldade.
O ano também confirmou como o carácter dos homens faz toda a diferença nas organizações. Como a vontade de fazer diferente, afirmando valores adormecidos em minorias, pode motivar e envolver maiorias.
É o caso de Francisco. Que espantou mais do que o esperado. Que anuncia querer voltar à prática dos valores do cristianismo. Queremos ver.
Francisco leva-me ao tema do papel dos media e da comunicação, cada vez mais determinante na passagem de valores e mensagens.
A publicação da verdade ou da mentira. O rigor ou a falta dele. A qualidade da informação ou a mediocridade da mesma. A defesa da liberdade ou a traição a esta.
Há tempos li José Victor Malheiros em “Os ricos são pessoas mas os pobres são estatísticas”: 
“O discurso mediático é, de forma crescente, o discurso dos poderosos e cresce o número dos sem-voz, dos marginais transformados em estatísticas. De forma crescente, nos media, os ricos são pessoas e os pobres são estatísticas.
É tempo que os jornalistas recuperem o lema de “dar voz aos que não têm voz” e multipliquem aquilo que, por agora, continuam a ser histórias esporádicas de incidentes ocasionais para nos fornecer um retrato realista de toda a sociedade”.
Está em causa  a liberdade.

Para mim, este foi um ano de afirmação de liberdade. Diria condicionada.
Ainda assim, liberdade. De recomeçar e refazer. De viver diferente. Com mau e bom, como em tudo. Com desafios e medos. Foi preciso prescindir de muito. Pessoas e bens.
Olho para trás e tenho que fazer esforço para me lembrar do início do ano, rebuscar notas, rever fotos. Há um até ao Verão e um depois. Até na saúde.
Trabalhei muito, aventurei-me na escrita, ensaio sem estreia, por enquanto. A ver vamos. Sinto necessidade de escrever. Sempre funcionou como terapia. Espaço para expandir a revolta. Preferia tocar bateria, faria o mesmo efeito e com uma componente física que deve manter os músculos nos braços, ponto fraco das mulheres em envelhecimento.
O que se passa no mundo e na sociedade, aqui e fora, está sempre comigo.
A indignação faz parte de mim. Sempre fez. Em tempos mais definidos, com mais clareza nos caminhos. Não quero nunca abandonar os meus valores. Não quero nunca baixar os braços. Mesmo se não tiver companhia. Mesmo que custe muito. Já aguentei até aqui.
Gostava era de ser capaz de pegar em armas e ir para a linha da frente. Só não sei em qual frente, sendo tantas.
À minha escala, quero lutar (será esta a palavra? nos dias de hoje parece ridícula, simplesmente) por uma sociedade melhor, com menos desigualdade, menos violência, menos injustiça. Basicamente, o mesmo que queria há quarenta anos, aos 14.
É esse apenas o meu desejo para o futuro. Não ficar calada. Nem parada.

Todas estas fotos estavam disponíveis na net. Foram trabalhadas com filtros.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

És muito mais feliz lá fora.


Parece que está na moda despedir em nome da felicidade.
Há gestores que, na hora de dispensar colaboradores, invocam as excelentes qualidades dos mesmos para demonstrar como poderão encontrar a felicidade fora da empresa, sem trabalho e sem salário.
Eles, dispensadores, também poderão, resolvida a contenda, jantar e fumar o seu charuto em paz.
Perante a contestação dos visados, que têm família para sustentar, contas para pagar e um futuro para viver, insistem na explicação desse mood fantástico que é poder dar largas à liberdade sem ter que aturar chefes ignorantes e caprichosos ou cumprir objectivos impossíveis.
“Vais ver que és mais feliz lá fora, o dinheiro não é assim tão importante”. Pois não. A convicção das palavras faz pensar que o desejam para eles próprios, qual nirvana.
Na hora do despedimento, este tipo de argumento é dispensável porque não ajuda em nada o funcionário, apenas causa mais dor e indignação.
A narrativa destes gestores é fortemente influenciada pelas sessões de coaching pessoal, pago a peso de ouro, em que tentam atingir um estado de liderança que não lhes é natural, nem nunca lhes será característico.
Podemos considerá-la uma conversa da treta pois, quando chega a hora de discutir valores e condições, a libertação prometida vai-se para vir, então, ao de cima a mesquinhez do pensamento “tudo para mim, nada para os outros”, destruindo em segundos a prometida felicidade.
A fraqueza de muitos dos nossos gestores de sucesso vê-se na dificuldade de partilhar valor.
Passam anos a dissertar sobre a importância das pessoas na organização. O valor da empresa está nas pessoas. Foco nas pessoas.
Estas, imbuídas de crença neste discurso e fé nas suas capacidades, trabalham anos e anos, prescindindo de si e dos seus, com máximo empenho, contribuindo para os resultados, com o sonho de serem um dia ressarcidas desse esforço.
Nada mais falso.
Todos sabemos que não há empregos para sempre e que as empresas procuram, mais do que nunca, a inovação na renovação, associada à juventude e aos baixos salários.
Em Portugal, muitas empresas, apesar de investirem em formação e em programas que visam dar voz aos colaboradores, praticam o contrário. Na hora da saída, humilha-se, aproveitando o momento de fragilidade e incerteza do visado.
Nessas alturas, partilhar algum do valor acumulado, para o qual o colaborador contribuiu, não lhes passa pela cabeça. Apenas despachá-lo rapidamente, envolto numa conversa inútil que visa simplesmente deixar o gestor de consciência limpa.
Seria preferível contratar alguém como o personagem de George Clooney em “Up in the air”, para despedir sem apelo nem agravo. Sem emoção nem envolvimento. Sem promessas dum mundo melhor. Apenas um golpe rápido, em nome da crise e da redução de custos, qual número na engrenagem. Como a realidade.

domingo, 21 de dezembro de 2014

A desigualdade do Natal.


A verdade é que nunca, até hoje, tinha realmente vivido a desigualdade do Natal. 
O mais próximo foi sentir compaixão pelos outros, tentar ajudar partilhando materialmente alguma coisa.

Nunca fui muito fã desta época, como sabem os mais próximos.

Por não ter religião (já passaram mais de quarenta anos sobre o tempo em que deixava os sapatinhos na chaminé e acreditava sinceramente que era o menino Jesus que deixava presentes… vivia com emoção a minha crença no menino Jesus, ainda não conhecia o pai Natal).

Por ser uma época em que as divergências familiares se colocam, discussões à mesa, depois das negociações sobre quem vai estar e o comportamento à mesa do dia 24, a fim de evitar os temas de política, sociedade, religião, ovos da galinha, ficando o ambiente estranho. Há sempre o tema do frio ou da chuva…

Por não ser a favor de sanzonais e falsos estados de bondade e dávida de quem pratica o contrário todo o ano.

Por ser sempre uma intensa época de trabalho. Durante anos e anos, a organizar festas de empresa, mais o envio das boas festas, o fecho de projectos, os orçamentos e a preparação do novo ano.

Por o Natal antecipar numa semana o fim do ano, o pior de tudo, e logo a seguir fazer anos, o meu humor ficar bera. É certo que, nos últimos anos, já vai sendo o contrário. Começo a ficar feliz por fazer anos. Quer dizer que me aguentei viva mais um ano.

No entanto, gosto de algumas coisas que estão ligadas ao Natal.

Contactar pessoas de quem já não sei há muito.

Gosto de fazer um bom jantar no dia de Natal, como manda a tradição na minha terra. Celebrar o dia 25, o nascimento de Jesus, era essa a razão. Juntar também amigos que são família, preparar a casa, a mesa, dar e receber.

No dia a seguir, existe um ar de lazer, em que tudo pode ser adiado uns dias, até para o ano.

Gosto da ressaca do Natal quando, finalmente a sós, há oportunidade de curtir os presentes e comer os restos, o perú frio, os sonhos e os outros fritos que sobraram, o bolo-rei torrado com manteiga ao pequeno-almoço, fazer uma canja com os miúdos do perú para desenjoar.

Tudo isto acontece quando há uma confortável base económica em que “o dinheiro se fez para gastar”, se dá presentes bons, não necessariamente caros, com o prazer de saber que o outro vai gostar, a cozinha está a abarrotar de coisas, não faltando nada para assegurar uma mesa farta em excessos.

Quando as circunstâncias mudam e o dinheiro está contado, cortam-se os presentes e leva-se para a mesa apenas o essencial. Nada a que não se sobreviva. 

Quantas pessoas não têm sequer a mesa?

A minha colaboração como voluntária numa organização de apoio aos sem-abrigo tem ajudado a perceber como é não ter nada, nada mesmo.

A minha situação actual, ainda assim privilegiada, pois, por enquanto, não me incluo nos quase 30% de portugueses que vivem na pobreza, implica, no entanto, cortes permanentes nos gastos e viver o mais afastada possível da sociedade de consumo.

Decidi que não darei presentes nenhuns no Natal.
Decidi que o jantar do dia 25 não vai ter mais do que o essencial. 

Não vai haver nozes, nem amendoins, nem tábua de queijos, nem doces a mais. 
Como convido amigos, vai haver bom vinho e, suspeito, que ainda vamos ter a famosa lampreia de ovos.

Uma passagem pela Baixa, Chiado ou outra zona comercial, torna tudo mais difícil. O impulso comprador ataca em força e não é nada fácil resistir. Por isso, é melhor evitar.
O que os olhos não vêem, o coração não sente, diz o ditado popular.

Sinto como tudo isto acentua ainda mais a desigualdade. E nem sequer falo dos 10% de muito ricos nem dos 10% de muito pobres. 



De facto, sem viver as situações não conseguimos mesmo senti-las. 
Há bocado, a Rosa tocou à porta, pedindo dinheiro para o azeite, acostumada que estava ao meu cabaz. Este ano, não posso, disse, sem abrir a porta, para não a olhar de frente. Mas, senhora, posso vir amanhã, respondeu ela, implorando. 
Pensei, que se lixe, sim, venha manhã.

O Natal é uma época muito dura para quem não tem. A muitos níveis.

O Natal tornou-se um imenso momento de consumo e exibição de riqueza longe dos valores que o tornaram um momento de humildade e partilha, seja ditado pela celebração do nascimento do messias, seja pela celebração do solstício de Inverno.


Por mim, acabamos com o Natal, já. 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Onde estão?

Onde estão as raparigas nigerianas raptadas pelo Boko Haram? 

Faço esta pergunta tantas vezes. Chegamos ao fim do ano sem solução para este drama. 


Um caso que continua com mais raptos e a escravização de mais e mais mulheres, aqui e noutros tantos lugares. 


As mulheres estão a ser um alvo preferido dos terroristas islâmicos em qualquer parte do mundo, competindo em violência e barbárie. 


O sentimento de impotência face ao aumento da perda de todos os direitos das mulheres, é terrível. Porque ameaça fortemente a esperança.

Quando pensámos que no século XXI haveria mulheres livres a tornarem-se escravas, tratadas como animais, ou pior, e sem capacidade de reacção que inverta isto?


Conte-me uma história.

Partilho um texto que escrevi para o Blog da Hamlet B2B. Convidaram-me para colaborar com o Blog, no âmbito da comunicação business to business. Fiquei muito honrada com este convite. 


Conte-me uma história!


Será que se confirma que os decisores empresariais são seres humanos como os outros e têm coração? Tudo indica que sim!

No artigo “Os decisores empresariais também têm um coração?” Jayme Kopke disserta sobre o tema não deixando margem para dúvidas.
Essa parece ser, então, a grande descoberta que envolve a buzzword do momento em termos de marketing e comunicação: storytelling.
Conte-me uma história! Quem não pediu alguma vez, quem não foi solicitado para tal?
As histórias servem para passar mensagens de modo muito mais eficaz.
Por isso,  sempre serviram também para a comunicação B2B.  Apenas ninguém falava nisso como um fantástico meio para entrar no coração dos decisores.
Até há pouco tempo, usava-se o storytelling essencialmente para o consumidor. A história que faria soar um clique no  seu coração impelindo-o ao consumo apaixonado daquela bebida, à aquisição orgulhosa daquele automóvel, à  completa dependência daquele creme de eterna juventude.

Fora do dia-a-dia publicitário das histórias que as marcas contavam para chegar aos consumidores, ficavam os  gestores das empresas cujo target são outras empresas, parecendo que o seu destino teria que ser o dos dados frios e  chatos, arredados duma linguagem emocional que, afinal, está sempre em todas as decisões.
Um acontecimento fez explodir a buzzword  storytelling e colocá-la na boca de toda a gente: o surgimento do digital  como plataforma inultrapassável de comunicação e sociabilização.

Quase tudo se torna possível. Por exemplo, imaginar as história do Capuchinho Vermelho ou da Cinderela se estivessem nas redes sociais e usassem os devices que usamos hoje.
O digital permitiu criar e recriar histórias, simplificando as mensagens através da utilização da imagem, do vídeo, da  infografia, introduzindo uma velocidade na comunicação, impossível antes. Permitiu a sociabilização das mensagens e a introdução da emoção em larga escala.
Vivemos um momento em que a hipótese de fazer chegar a mensagem certa ao público-alvo, obtendo resultados parecem muito maiores.
A utilização intensiva, e mesmo a banalização do conceito de storytelling,  não deve impedir-nos de o utilizar seriamente na nossa comunicação de marketing.
Afinal,  sempre por aqui andou.


“Big companies know storytelling is the secret weapon to ‘branding.’ Why? Because people don’t fall in love with data dumps and PowerPoint slides. They are moved by emotions”.
In Fast Company

Café, vinho e sexo.

Café, vinho e sexo! Boa!
No meio de tanta notícia bera e triste, sobre o país e o mundo, hoje percebi que viver muitos anos com saúde está ao alcance de todos nós.

Pois é, segundo um artigo publicado na revista do Expresso, de base científica, basta beber café e vinho, comer peixe e frutos secos, praticar muito sexo, conviver com os amigos, fazer voluntariado, adoptar um animal ou correr 5m por dia, para aumentar muitíssimo a longevidade. 

Como praticante de grande parte destas categorias, fiquei com medo de ultrapassar os 100 anos, qual Manoel Oliveira, pois financeiramente teria alguns problemas de sustentabilidade... 

Intrigam-me estes artigos e a pertinência da sua 
da sua publicação, juro. Que treta...

Deu para me entreter a fazer esta montagem...
14 Dezembro. Facebook

Obrigada, Pedro!

Satisfação sentida quando, completamente de surpresa, descobri uma frase do Tripolar no blogue do Pedro Rolo Duarte.